A Polícia Civil investiga se uma briga entre membros de facções criminosas motivou a chacina que deixou quatro mortos e dois feridos na madrugada do domingo (6), na Praia do Sol, em João Pessoa. O crime ocorreu durante uma festa realizada em uma casa alugada.
De acordo com o delegado Bruno Germano, o evento foi organizado por um jovem que pode ter ligação com o crime organizado. A suspeita é de que uma facção rival tenha aproveitado o momento para realizar um ataque planejado.
“A facção rival aproveitou esse momento para realizar um possível ataque. Infelizmente, várias pessoas que estavam no local, que não têm envolvimento com o crime, mas estavam na festa de uma pessoa que é faccionada, foram alvo da ação criminosa”, explicou o delegado.
As primeiras informações indicam que as duas mulheres mortas não tinham antecedentes criminais ou envolvimento com atividades ilegais. Já os homens assassinados possuíam registros anteriores, mas a polícia ainda apura se mantinham vínculos com facções ou continuavam praticando crimes.
Diligências continuam sendo realizadas e testemunhas estão sendo convocadas para prestar depoimento ao longo desta semana. Até o momento, ninguém foi preso.
Vítimas foram sepultadas no Cemitério do Cristo
Três das vítimas da chacina já foram enterradas no Cemitério do Cristo, na capital paraibana. Na manhã desta segunda-feira (7), foram sepultados Rafael Daniel dos Santos Gomes, de 20 anos, e Maria Clara Henriques da Costa, de 21 anos, que estava grávida de três meses. No domingo (6), Welton Rodrigues de Sousa, também de 20 anos, foi enterrado no mesmo local.
O corpo de Danyelle Cristina Andrade da Silva, de 20 anos, será sepultado ainda nesta segunda-feira, também no Cemitério do Cristo, em horário ainda indefinido.

























