O vereador Raoni Mendes (DC) anunciou nesta quinta-feira (18) sua renúncia à Presidência da CPI dos Combustíveis da Câmara Municipal de João Pessoa. Em entrevista à imprensa da Paraíba, o parlamentar justificou a decisão, alegando que um requerimento articulado por dois vereadores provocou a paralisação dos trabalhos.
Em comunicado, Raoni Mendes destacou que a Comissão foi instalada de forma legal, seguindo todos os requisitos regimentais e jurídicos, o que foi ratificado por um parecer da Procuradoria da Câmara Municipal de João Pessoa. Ele criticou o que chamou de “uso desequilibrado e distorcido de mecanismos regimentais”, que, segundo ele, fragiliza a Casa Legislativa. “Uma CPI deve ser instrumento nobre de fiscalização, não palanque político nem arena de disputas pessoais”, afirmou.
O vereador ressaltou que deixa como legado o pedido para que o Ministério Público acompanhe de perto os trabalhos da CPI, além da apresentação de um plano preliminar de atividades, considerando o prazo de 120 dias para a conclusão das investigações.
“Renuncio para não ser instrumento ou cúmplice da transformação da CPI em espaço de vaidades e cortes de redes sociais que visam apenas engajamento, em detrimento da verdade que a sociedade merece conhecer”, concluiu o vereador.
RESUMO DA NOTÍCIA:
- O vereador Raoni Mendes (DC) renunciou à Presidência da CPI dos Combustíveis.
- A decisão foi motivada por um requerimento que o parlamentar considerou antirregimental e sem respaldo jurídico, que paralisou os trabalhos da comissão.
- Raoni Mendes afirmou que a CPI se tornou um espaço de “disputas pessoais” e “vaidades”, em vez de um instrumento de fiscalização.
- Ele solicitou o acompanhamento do Ministério Público e deixou um plano preliminar de atividades para a comissão.
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