⚠️ ALERTA TÓXICO
Metanol: tragédia reacende alerta sobre bebidas adulteradas e crime organizado

A recente onda de mortes e casos graves de intoxicação em São Paulo e Pernambuco, provocados pela ingestão de bebidas adulteradas com metanol, acendeu um alerta nacional sobre os perigos do consumo de produtos de origem duvidosa. As investigações apontam para a atuação do crime organizado, que tem se aproveitado do mercado ilegal para lucrar com a falsificação de destilados como gim, vodca e uísque.

Em entrevista à imprensa da Paraíba, o senador Efraim Filho (União Brasil) lamentou as vítimas e fez um apelo por ações firmes e contínuas de combate ao contrabando e à pirataria — crimes que, segundo ele, estão por trás dessa tragédia.

“É revoltante ver vidas sendo destruídas por criminosos que colocam veneno no mercado em busca de lucro fácil. O metanol é um álcool altamente tóxico, usado indevidamente no lugar do etanol. Isso é assassinato disfarçado de comércio”, declarou o parlamentar.


LEGISLAÇÃO REFORÇADA

Efraim lembrou que, quando era deputado federal, liderou o endurecimento das leis contra o contrabando e a falsificação. Ele presidiu a Frente Parlamentar Mista de Combate ao Contrabando e à Falsificação e foi autor de duas leis que ampliaram penas e criaram punições administrativas mais duras.

  • Lei 13.008/14 – Aumento da pena para contrabando: elevou a reclusão para o crime, tornando-o mais severo no Código Penal. O objetivo, segundo Efraim, era “mandar um recado direto aos contrabandistas que colocam em risco a vida das pessoas”.

  • Lei 13.804/19 – Penalidades administrativas rígidas: criou sanções extras, como a cassação da CNH de motoristas flagrados transportando mercadorias ilegais e a suspensão do CNPJ de empresas envolvidas na prática.


MERCADO ILEGAL É VENENO

O senador ressalta que o contrabando e a pirataria não são “crimes menores”, mas sim uma das principais fontes de financiamento do crime organizado e do narcotráfico, além de causar evasão fiscal e graves riscos à saúde pública.

Um levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) revelou que o mercado ilegal de bebidas movimentou R$ 56,9 bilhões em 2023, um aumento de 224% em relação a 2017. A sonegação fiscal ultrapassou R$ 28 bilhões. “Mas o mais grave é o preço pago em vidas humanas”, alertou o senador.

“O crime é lucrativo, mas a punição precisa ser mais forte que o lucro. A falsificação de bebidas com metanol é um lembrete doloroso: o mercado ilegal é veneno e mata”, reforçou Efraim.


ALERTA CONTÍNUO

Para o parlamentar, o episódio mostra que a vigilância deve ser permanente.

“A adulteração com metanol é um aviso trágico: a fiscalização precisa ser constante, e o consumidor deve desconfiar de preços muito baixos ou produtos sem procedência. A pirataria e o contrabando matam — e estão matando!”, concluiu.


RESUMO DA NOTÍCIA:

  • Mortes por metanol reacendem alerta sobre bebidas adulteradas.

  • Efraim Filho defende endurecimento no combate ao contrabando.

  • Parlamentar foi autor de leis que aumentaram penas e criaram sanções administrativas.

  • Mercado ilegal movimenta bilhões e financia o crime organizado.

  • Senador alerta: “O contrabando é veneno que mata”.


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