“João Pessoa consolida seu papel de cidade criativa da Unesco conectando tradição, criatividade e futuro sustentável”. A frase está na primeira edição da revista Turismo Brasil, publicada pelo Ministério do Turismo, nesta sexta-feira (8), e confirma o destaque da Capital, em todo o Brasil, como um lugar onde a administração pública enxerga o artesanato e as artes populares como duas áreas simbólicas da economia criativa. Setores impulsionados pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest) com a sua Diretoria de Economia Criativa.
Por meio de políticas públicas estruturadas como o Programa João Pessoa Cidade Criativa, além de espaços de visibilidade como o Celeiro Espaço Criativo, a cidade promove formação, comercialização, capacitação de artesãos e inserção em redes internacionais. E isso tem sido percebido pelo país afora. A revista cita, ainda, os programas Eu Posso e o Elas Lideram como ações transformadoras no setor.
A publicação da revista Turismo Brasil deixa claro que “João Pessoa é a grande vitrine da alma artesanal da Paraíba. A chancela da Unesco celebra a cidade como o ponto de convergência de saberes ancestrais e inovação, onde os bordados e as rendas se entrelaçam com a cerâmica de argilas vibrantes e o couro de cabra tratado de forma sustentável”.
“É com imenso orgulho e sentimento de dever cumprido que nosso time que compõe a Sedest vê João Pessoa brilhar na primeira edição da revista Turismo Brasil, lançada pelo Ministério do Turismo. Estar em destaque neste caderno reafirma nossa Capital como um expoente da economia criativa no País, sendo a única cidade brasileira a representar o segmento de Artesanato e Artes Populares na Rede da Unesco”, celebrou o secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, João Bosco.
O gestor acrescenta projetos que fazem João Pessoa se destacar. “Para a gestão municipal, essa publicação é mais do que um reconhecimento, é uma vitrine global para o talento das famílias de artesãos que transformam nossa identidade em desenvolvimento sustentável. Projetos como as Sereias da Penha e o uso do nosso exclusivo algodão colorido mostram que João Pessoa sabe unir tradição ancestral com inovação e design”, destaca João Bosco.






Economia Criativa – A estratégia para robustecer o artesanato e as artes populares é sustentada por três pilares complementares na Capital e a revista aponta esses pilares. De acordo com a publicação, o primeiro é o Labin (Laboratório de Inovação e Design para o Artesanato Competitivo), o segundo é a Fábrica Social do Artesanato e, para fechar o ciclo, o Celeiro Espaço Criativo.
E tudo isso tem acontecido, segundo a Turismo Brasil, porque a Prefeitura de João Pessoa, em 2021, decidiu criar a Diretoria de Economia Criativa, unidade responsável pelas atividades do Programa João Pessoa Criativa, centralizando a gestão e garantindo que os objetivos da Unesco Creative Cities Network (UCCN) sejam integrados às políticas de desenvolvimento local.



O secretário João Bosco lembra que a criação da Diretoria de Economia Criativa da Sedest foi um passo decisivo para profissionalizar essa gestão, garantindo que o selo da Unesco gere impacto real em novos negócios, emprego e renda. “Receber essa revista no momento em que nos preparamos para celebrar 10 anos como Cidade Criativa, em 2027, é a prova de que estamos no caminho certo, consolidando João Pessoa como um destino turístico autêntico e um polo de inovação cultural para o mundo”, observou.
Maria Helena Costa faz parte da Diretoria de Economia Criativa e também lembra que em 2027 será celebrado os 10 anos da integração de João Pessoa à Rede Mundial de Cidades Criativas da Unesco. Entre as 15 cidades brasileiras que compõem a rede, a Capital é a única representante na categoria Artesanato e Artes Populares.
“Uma década marcada pelo compromisso com a valorização, revitalização e fortalecimento do artesanato, por meio de práticas integrativas e inovadoras que ultrapassam os limites geográficos da Capital. A atuação do Programa João Pessoa Criativa alcança todo o estado da Paraíba, contribuindo para a consolidação dos Territórios Criativos propostos pelo Ministério do Turismo e impulsionando o desenvolvimento da cidade e do estado como referências criativas”, pontuou.


“João Pessoa se destaca pela diversidade de suas ações e pela constante articulação em rede com cidades do Brasil e do mundo. Somente em 2025, a cidade estabeleceu conexões com mais de 30 cidades internacionais, por meio da criação do Conselho Ibero-Americano de Artesanato e Artes Populares, além da participação em encontros, atividades e eventos nacionais e internacionais”, acrescentou Maria Helena que na próxima semana participará do Encontro Brasileiro de Cidades Criativas da Unesco, em Florianópolis.
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Felipe Silveira
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