A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta terça-feira (26) a convocação dos paraibanos Leonardo Gadelha e Leonardo Rolim para depor. A comissão também convocou todos os ex-ministros da Previdência Social e ex-presidentes do Instituto Nacional de Segurança Social nomeados a partir de 2015.
Leonardo Gadelha presidiu o INSS entre 2016 e 2017, durante o governo do ex-presidente Michel Temer. Já Leonardo Rolim comandou o órgão entre 2020 e 2021, na gestão de Jair Bolsonaro.
A CPMI, em seu primeiro dia de trabalho, aprovou uma série de requerimentos, incluindo a convocação de auxiliares de Lula, Bolsonaro e Temer. A comissão mista, composta por 15 senadores e 15 deputados, terá 180 dias para investigar supostas fraudes na Previdência Social.
A investigação teve início em junho, após a leitura do pedido no Congresso. O requerimento teve o apoio de 223 deputados e 36 senadores, superando o número mínimo exigido para sua criação.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) revelaram em abril um esquema que cobrava mensalidades irregulares de aposentados e pensionistas. Os valores eram descontados dos benefícios sem autorização. Estima-se que os desvios investigados, referentes ao período de 2019 a 2024, cheguem a R$ 6,3 bilhões.
RESUMO DOS FATOS:
- Convocação: A CPMI do INSS convocou os paraibanos Leonardo Gadelha e Leonardo Rolim para depor.
- Ex-presidentes: Leonardo Gadelha presidiu o INSS (2016-2017) e Leonardo Rolim (2020-2021).
- CPMI: A comissão, criada em junho, investigará supostas fraudes no INSS.
- Fraudes: Investigações apontam um esquema de cobrança irregular de aposentados, com desvios estimados em R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024.
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