O comunicador e ex-candidato a prefeito de Santa Rita, Nilvan Ferreira (Republicanos), afirmou estar tranquilo com a citação de seu nome em um relatório da Polícia Federal (PF). O documento aponta a existência de listas de transmissão organizadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) com políticos da Paraíba.
Em entrevista a uma rádio, Nilvan confirmou que manteve contato com Bolsonaro, mas garantiu que os diálogos tratavam de “pautas políticas e institucionais”. Ele afirmou não ter qualquer preocupação com a situação e, pelo contrário, considerou uma honra estar na lista.
“Preocupação zero. Seria ruim se meu nome estivesse em lista de Marcola, de Fernandinho Beira-Mar, de José Dirceu ou do ex-presidiário que hoje é presidente da República. Aí sim teria algum medo”, declarou.
A PF investiga uma suposta violação de medidas judiciais por parte de Bolsonaro, que teria mantido quatro listas de transmissão no WhatsApp com cerca de 400 contatos, incluindo aliados políticos. O conteúdo, extraído do celular do ex-presidente, é analisado em um inquérito que apura o possível descumprimento de medidas cautelares impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
As listas eram usadas para enviar vídeos e convocações, o que, segundo a PF, poderia ser uma tentativa de mobilização política por meio de terceiros, algo que seria proibido pela Justiça.
Além de Nilvan, outros nomes paraibanos foram citados no relatório da PF: o ex-ministro da Saúde Marcelo Queiroga (PL), seu filho Queiroguinha, os deputados federais Cabo Gilberto Silva e Wellington Roberto (PL), o deputado estadual Walber Virgolino (PL), e o vereador de João Pessoa Carlão Pelo Bem.
RESUMO DA NOTÍCIA:
- Nilvan Ferreira, do Republicanos, teve seu nome citado em um relatório da Polícia Federal (PF) sobre listas de transmissão de Jair Bolsonaro.
- Nilvan confirmou o contato com o ex-presidente, mas afirmou que os diálogos eram sobre “pautas políticas e institucionais”.
- O comunicador disse estar tranquilo e considerou uma honra estar na lista.
- A PF apura se Bolsonaro violou medidas judiciais ao usar listas de WhatsApp para enviar vídeos e convocações.
- O conteúdo foi extraído do celular do ex-presidente e é investigado por possível descumprimento de medidas cautelares impostas pelo STF.
- Outros políticos paraibanos citados no relatório são: Marcelo Queiroga, Queiroguinha, Cabo Gilberto Silva, Wellington Roberto, Walber Virgolino e Carlão Pelo Bem.
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