Uma mulher, suspeita de envolvimento em um esquema de fraude de planos de saúde que movimentou R$ 287 milhões, foi alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã desta terça-feira, 2 de setembro, em Conde, na Grande João Pessoa. O golpe, investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul, afetou vítimas em cinco estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraíba.
O grupo criminoso falsificava vínculos empregatícios para incluir as vítimas em planos de saúde empresariais legítimos. Eles atraíam os clientes com a promessa de preços baixos e sem carência. O lucro vinha por meio de cobranças via Pix e boletos falsos. Na Paraíba, o alvo foi uma mulher que comercializa planos de saúde.
Em entrevista à imprensa da Paraíba, a Polícia Civil informou que o celular e o notebook da suspeita foram apreendidos, e ela foi levada para depor na Central de Polícia da capital. A mulher também é suspeita de ter vendido planos para clientes em João Pessoa.
A INVESTIGAÇÃO DO CASO
A investigação começou após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificar movimentações financeiras suspeitas de milhões de reais desde 2023. Ao todo, 26 pessoas físicas e jurídicas foram identificadas como suspeitas de envolvimento no esquema. O líder da quadrilha reside em Porto Alegre e é investigado por estelionato, lavagem de dinheiro, uso de documento falso e organização criminosa.
A Justiça determinou a quebra de sigilo bancário e o sequestro de bens dos envolvidos para rastrear os recursos ilícitos e ressarcir as vítimas. Já foram sequestrados R$ 5 milhões de cada investigado, além de 16 veículos e três imóveis.
RESUMO DOS FATOS:
- Operação policial: Uma mulher foi alvo de busca e apreensão no Conde, Grande João Pessoa.
- Esquema de fraude: O grupo criminoso fraudava planos de saúde e movimentou R$ 287 milhões em cinco estados.
- Modo de operação: Os suspeitos falsificavam vínculos empregatícios para incluir as vítimas em planos empresariais, lucrando com boletos e Pix falsos.
- Investigação: A polícia identificou 26 suspeitos e o chefe do esquema, que reside em Porto Alegre.
- Bens sequestrados: A Justiça determinou o sequestro de R$ 5 milhões de cada investigado, 16 veículos e 3 imóveis.
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