O prefeito de Patos, Nabor Wanderley (Progressistas), negou nesta segunda-feira (8) qualquer articulação política direta com o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (União Brasil), após a saída de Cícero Lucena do Progressistas. Apesar disso, reconheceu a relevância estratégica de Campina Grande no cenário eleitoral e admitiu que uma eventual aliança com Bruno não está descartada.
Nabor destacou que o processo eleitoral para 2026 ainda está em aberto, sem definições sobre chapa majoritária. Em suas palavras, fez um alerta ao seu agrupamento: “Quem está na política tem que estar pronto. O voto de ninguém se rejeita, a gente só ganha eleição somando. Eu acho que, nesse momento, é importante para a Paraíba e Bruno sabe das nossas metas, dos nossos propósitos. Não se conhece de pé, tenho certeza que o diálogo vai acontecer mais na frente.”
Outro ponto relevante foi a mudança de tom em relação à sua candidatura ao Senado Federal. Nabor, que antes tratava o projeto como certo, agora considera o cenário indefinido e prefere aguardar as deliberações partidárias. Inicialmente, a composição majoritária do grupo incluía sua candidatura ao Senado ao lado do prefeito Cícero Lucena e do governador João Azevêdo (PSB), mas o movimento recente de desfiliação alterou o desenho das negociações.
RESUMO DA NOTÍCIA:
- Nabor Wanderley nega articulação imediata com Bruno Cunha Lima, mas não descarta futura aliança;
- Prefeito de Patos alerta aliados: “quem está na política tem que estar pronto”;
- Líder progressista reforça que eleição se vence somando forças;
- Nabor já não trata candidatura ao Senado como irreversível;
- Saída de Cícero Lucena do Progressistas redesenhou cenário eleitoral para 2026.
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