Um professor foi preso em Guarabira, no Brejo da Paraíba, foi preso nessa terça-feira (30) suspeito de assediar sexualmente estudantes menores de idade. De acordo com a Polícia Civil, ele se aproveitava da função em escolas para oferecer vantagens acadêmicas em troca de imagens íntimas.
O caso ganhou repercussão depois que áudios comprometedores atribuídos ao professor circularam nas redes sociais. As vítimas relataram intenso abalo psicológico e medo de retornar às aulas após os episódios.
O que motivou a prisão do professor?
A prisão foi realizada após a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Guarabira cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão. O educador é investigado desde 2024 por assédio sexual contra alunas menores de 18 anos.
Como ele abordava as vítimas?
Segundo as investigações, o professor fazia contato por redes sociais e aplicativos de mensagens. Ele prometia notas melhores, pontos extras e até insinuava possíveis relacionamentos amorosos em troca de fotos íntimas.
Quantas vítimas já foram identificadas?
Três adolescentes já prestaram depoimento à Polícia Civil. Uma quarta vítima deve ser ouvida nos próximos dias. O caso se intensificou após áudios enviados pelo professor a uma estudante de 15 anos serem compartilhados, o que encorajou outras vítimas a denunciarem.
Onde ele trabalhava?
O professor atuava em diversas escolas do município de Guarabira. A identidade do suspeito não foi divulgada oficialmente para preservar as vítimas e evitar exposição que possa atrapalhar as investigações.
Como agir em casos de abuso sexual infantil?
As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque 100 ou diretamente nas delegacias especializadas. Além disso, é fundamental garantir acompanhamento psicológico e jurídico para as vítimas.
RESUMO DO CASO:
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Professor preso em Guarabira por suspeita de assédio sexual a menores.
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Investigado desde 2024, foi alvo de mandados de prisão e busca.
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Prometia notas e benefícios em troca de imagens íntimas.
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Três vítimas confirmadas até agora; uma quarta será ouvida.
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Caso repercutiu após áudios do professor viralizarem.
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