INVESTIGAÇÃO
PF deflagra Operação Rescue 14 em Cajazeiras contra suspeito de armazenar pornografia infantil

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), em Cajazeiras, Sertão da Paraíba, a Operação Rescue 14, com o objetivo de cumprir mandado de busca e apreensão contra um investigado suspeito de armazenar e compartilhar fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

De acordo com a PF, as investigações começaram após a análise de vídeos encaminhados pelo SERCOPI – Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantojuvenil, sediado em Brasília (DF). A ação contou com o acompanhamento da Superintendência da Polícia Federal na Paraíba, que contribuiu para a identificação do suspeito.

COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

O trabalho de investigação é fruto de uma cooperação técnica entre a Polícia Federal e o National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC), órgão internacional que monitora crimes de exploração sexual contra crianças e adolescentes em ambiente digital.

Segundo as informações repassadas, o investigado, residente em Cajazeiras, teria armazenado e compartilhado diversos arquivos com conteúdo sexual explícito envolvendo menores de idade. O material apreendido passará por perícia técnica para identificar possíveis vítimas e outras conexões criminosas.

PENAS E RESPONSABILIZAÇÃO

Se confirmadas as suspeitas, o homem poderá responder pelo crime de armazenamento de pornografia infantil, previsto no artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), cuja pena varia de 1 a 4 anos de prisão, além de multa.

O nome da operação, Rescue (Resgate, em tradução livre), faz referência ao compromisso da Polícia Federal em manter vigilância constante e atuar no resgate e proteção de crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual.

RESUMO DA NOTÍCIA:

  • Polícia Federal deflagra Operação Rescue 14 em Cajazeiras/PB;
  • Mandado de busca e apreensão cumprido contra suspeito de armazenar pornografia infantil;
  • Investigações partiram de vídeos encaminhados pelo SERCOPI, em Brasília;
  • Ação contou com cooperação do NCMEC, órgão internacional de combate à exploração infantil;
  • Suspeito pode pegar até 4 anos de prisão se confirmada a prática criminosa.

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