A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quinta-feira (13), uma nova fase da Operação Sem Desconto, com mandados cumpridos em Sapé, na Paraíba, e em outros 14 estados, além do Distrito Federal. A ação mira uma organização criminosa responsável por realizar descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões de todo o país.
Mandados e abrangência nacional
Ao todo, estão sendo cumpridos:
- 63 mandados de busca e apreensão;
- 10 mandados de prisão preventiva;
- Medidas cautelares diversas em 16 unidades da federação.
Os mandados foram expedidos para os estados do Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e para o Distrito Federal.
Esquema fraudulento e prejuízos
As investigações apontam que o grupo inseria dados falsos em sistemas oficiais para efetuar descontos indevidos em benefícios previdenciários, afetando aposentados e pensionistas em todo o Brasil. O esquema gerava prejuízo milionário e funcionava por meio de associações fictícias ou irregulares.
De acordo com a PF, a rede criminosa se especializou em fraudar cadastros e descontar valores mensais sem qualquer autorização ou vínculo real com as vítimas.
Crimes investigados
Os envolvidos poderão responder por:
- Organização criminosa;
- Estelionato previdenciário;
- Corrupção ativa e passiva;
- Ocultação e dilapidação patrimonial.
Apoio institucional
A operação conta com o apoio do Ministério da Previdência Social, reforçando o trabalho de fiscalização e combate às fraudes em benefícios previdenciários no país.
A Operação Sem Desconto avança para desarticular totalmente a estrutura criminosa e impedir novos prejuízos a idosos, aposentados e pensionistas.
RESUMO DA NOTÍCIA:
- PF e CGU deflagram nova fase da Operação Sem Desconto;
- Mandados cumpridos na Paraíba, em 14 estados e no DF;
- Grupo realizava descontos ilegais em aposentadorias e pensões;
- 63 buscas e 10 prisões preventivas foram determinadas;
- Investigados podem responder por organização criminosa e estelionato.
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