O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (7), em João Pessoa, a redução da jornada de trabalho e afirmou que os avanços tecnológicos já permitem ao Brasil rever o modelo da escala 6×1.
A declaração foi dada durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), que debateu propostas relacionadas ao fim da jornada em que o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um.
Segundo o ministro, as transformações tecnológicas e os ganhos de produtividade precisam ser convertidos em melhoria da qualidade de vida da população trabalhadora. Ele argumentou que o modelo atual já não acompanha a realidade das novas formas de produção e organização do trabalho.
Luiz Marinho afirmou ainda que a redução da jornada é um debate mundial e destacou que países desenvolvidos vêm discutindo alternativas para garantir mais equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
O evento reuniu parlamentares, representantes sindicais, empresários e integrantes do Governo Federal. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), também participou da audiência e defendeu um debate “equilibrado” sobre o tema.
Nos bastidores, a discussão sobre o fim da escala 6×1 ganhou força no Congresso Nacional após o avanço da proposta de emenda constitucional que prevê redução da jornada semanal sem corte salarial.
Movimentos sindicais defendem que a mudança pode melhorar a saúde mental dos trabalhadores, reduzir casos de burnout e ampliar o tempo de convivência familiar. Já representantes do setor produtivo demonstram preocupação com impactos financeiros e aumento de custos operacionais.
A audiência em João Pessoa foi uma das primeiras realizadas fora de Brasília e integra a estratégia da Câmara Federal de ampliar o debate nacional sobre a proposta antes da votação no Congresso.
RESUMO DA NOTÍCIA:
- Luiz Marinho defendeu o fim da escala 6×1 em João Pessoa;
- Ministro afirmou que avanço tecnológico permite rever jornada;
- Debate ocorreu durante audiência pública na ALPB;
- Hugo Motta participou e pediu discussão equilibrada;
- Proposta avança no Congresso Nacional;
- Discussão divide sindicatos e setor empresarial.
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