O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) determinou a interdição de setores do Hospital Geral e do Câncer (Prontovida), em João Pessoa, após identificar problemas estruturais na unidade. A decisão atinge o bloco cirúrgico, a UTI geral, a UTI oncológica e a enfermaria oncológica.
De acordo com o órgão, as irregularidades já haviam sido apontadas anteriormente e não foram solucionadas, o que levou à interdição ética cautelar, impedindo a atuação de médicos nesses setores até que as condições adequadas sejam restabelecidas.
Em resposta, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que iniciou a transferência dos pacientes e classificou a medida como precipitada. Segundo a gestão, o próprio CRM havia concedido prazo de 15 dias para apresentação de um plano de adequação, mas a interdição foi decretada menos de 24 horas depois.
A Prefeitura informou ainda que já executava um plano de desocupação gradual da unidade, dentro de um processo de requalificação do hospital, com organização para garantir a continuidade do atendimento em outras unidades da rede.
O caso abre um novo impasse entre o órgão fiscalizador e a gestão municipal, com impacto direto no funcionamento de serviços considerados sensíveis na área da saúde.
RESUMO DA NOTÍCIA:
- CRM interditou setores do Hospital Prontovida em João Pessoa;
- Medida atinge bloco cirúrgico e áreas de UTI e oncologia;
- Órgão aponta problemas estruturais não resolvidos;
- Prefeitura diz que decisão foi precipitada;
- Pacientes estão sendo transferidos para outras unidades.
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